sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Palavras de Bento XVI

 
Palavras de Bento XVI ao recitar o primeiro Angelus do ano
 
CIDADE DO VATICANO, 02 de Janeiro de 2013 (Zenit.org) - Ao final da Celebração Eucarística na Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus e por ocasião do 46° Dia Mundial da Paz, o Santo Padre Bento XVI da janela do Palácio Apostólico Vaticano, antes de recitar o Angelus, dirigiu aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, as seguintes palavras:
 
Queridos irmãos e irmãs,
Bom ano a todos! Neste primeiro dia de 2013 gostaria de fazer chegar a cada homem e a cada mulher do mundo a benção de Deus. E o faço com a antiga fórmula contida na Sagrada Escritrua: “O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti. O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6,24-26).
Como a luz e o calor do sol são uma benção para a terra, assim a luz de Deus o é para a humanidade, quando Ele faz brilhar sobre esta a sua face. E isto aconteceu com o nascimento de Jesus Cristo! Deus fez resplandecer para nós a sua face: inicialmente de maneira muito simples, escondido – em Belém apenas Maria e José e alguns pastores foram testemunhas desta revelação - mas aos poucos, como o sol que da aurora chega ao meio dia, a luz de Cristo cresceu e se difundiu por todas as partes.
No breve período de sua vida terrena, Jesus de Nazaré fez resplandecer a sua face de Deus sobre a Terra Santa; e depois, mediante a Igreja animada pelo seu Espírito, estendeu a todas as pessoas o Evangelho de paz. “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados" (Lc 2,14). Este é o canto dos anjos no Natal, e é o canto dos cristãos sob todo o céu; um canto que dos corações e das bocas passa a gestos concretos, nas ações de amor que constroem diálogo, compreensão e reconciliação.
Por isso, oito dias após o Natal, quando a Igreja, como a Virgem Maria Mãe de Deus, mostra ao mundo o recém nascido Jesus, Príncipe da Paz, celebramos o Dia Mundial da Paz. Sim, aquele Menino, que é o Verbo de Deus feito carne, veio trazer aos homens uma paz que o mundo não pode dar (cf João 14,27). A sua missão é derrubar o “muro da inimizade” (cf Ef 2,14). E quando, às margens do lago da Galiléia, Ele proclama suas “Bem-aventranças”, entre estas está também: “bem-aventurados os construtores da paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
Quem são os construtores da paz? São todos aqueles que, dia a dia, procuram vencer o mal com o bem, com a força da verdade, com as armas da oração e do perdão, com o trabalho honesto e bem feito, com a busca cientifica a serviço da vida, com as obras de misericórdia físicas e espirituais. Os construtores da paz são muitos, mas não fazem rumor. Como o fermento na massa, fazem crescer a humanidade segundo o designo de Deus.
Neste primeiro Angelus do novo ano, peçamos a Maria Santíssima, Mãe de Deus, que nos abençoe, como a mamãe abençoa os seus filhos que devem partirem viagem. Um novo ano é como uma viagem: com a luz da graça de Deus, possa ser um caminho de paz para cada ser humano, para cada família, para cada país e para o mundo inteiro.
 
Após o Angelus o Papa dirigiu a seguinte saudação aos peregrinos de língua portuguesa:
A todos os povos e nações de língua portuguesa, aos seus lares e comunidades, aos seus governantes e instituições, desejo a paz do Céu que hoje vemos reclinada nos braços da Virgem Mãe. Feliz Ano Novo!
 
Palavras de Bento XVI ao recitar o primeiro Angelus do ano
 
CIDADE DO VATICANO, 02 de Janeiro de 2013 (Zenit.org) - Ao final da Celebração Eucarística na Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus e por ocasião do 46° Dia Mundial da Paz, o Santo Padre Bento XVI da janela do Palácio Apostólico Vaticano, antes de recitar o Angelus, dirigiu aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, as seguintes palavras:
 
Queridos irmãos e irmãs,
Bom ano a todos! Neste primeiro dia de 2013 gostaria de fazer chegar a cada homem e a cada mulher do mundo a benção de Deus. E o faço com a antiga fórmula contida na Sagrada Escritrua: “O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti. O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6,24-26).
Como a luz e o calor do sol são uma benção para a terra, assim a luz de Deus o é para a humanidade, quando Ele faz brilhar sobre esta a sua face. E isto aconteceu com o nascimento de Jesus Cristo! Deus fez resplandecer para nós a sua face: inicialmente de maneira muito simples, escondido – em Belém apenas Maria e José e alguns pastores foram testemunhas desta revelação - mas aos poucos, como o sol que da aurora chega ao meio dia, a luz de Cristo cresceu e se difundiu por todas as partes.
No breve período de sua vida terrena, Jesus de Nazaré fez resplandecer a sua face de Deus sobre a Terra Santa; e depois, mediante a Igreja animada pelo seu Espírito, estendeu a todas as pessoas o Evangelho de paz. “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados" (Lc 2,14). Este é o canto dos anjos no Natal, e é o canto dos cristãos sob todo o céu; um canto que dos corações e das bocas passa a gestos concretos, nas ações de amor que constroem diálogo, compreensão e reconciliação.
Por isso, oito dias após o Natal, quando a Igreja, como a Virgem Maria Mãe de Deus, mostra ao mundo o recém nascido Jesus, Príncipe da Paz, celebramos o Dia Mundial da Paz. Sim, aquele Menino, que é o Verbo de Deus feito carne, veio trazer aos homens uma paz que o mundo não pode dar (cf João 14,27). A sua missão é derrubar o “muro da inimizade” (cf Ef 2,14). E quando, às margens do lago da Galiléia, Ele proclama suas “Bem-aventranças”, entre estas está também: “bem-aventurados os construtores da paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
Quem são os construtores da paz? São todos aqueles que, dia a dia, procuram vencer o mal com o bem, com a força da verdade, com as armas da oração e do perdão, com o trabalho honesto e bem feito, com a busca cientifica a serviço da vida, com as obras de misericórdia físicas e espirituais. Os construtores da paz são muitos, mas não fazem rumor. Como o fermento na massa, fazem crescer a humanidade segundo o designo de Deus.
Neste primeiro Angelus do novo ano, peçamos a Maria Santíssima, Mãe de Deus, que nos abençoe, como a mamãe abençoa os seus filhos que devem partirem viagem. Um novo ano é como uma viagem: com a luz da graça de Deus, possa ser um caminho de paz para cada ser humano, para cada família, para cada país e para o mundo inteiro.
 
Após o Angelus o Papa dirigiu a seguinte saudação aos peregrinos de língua portuguesa:
A todos os povos e nações de língua portuguesa, aos seus lares e comunidades, aos seus governantes e instituições, desejo a paz do Céu que hoje vemos reclinada nos braços da Virgem Mãe. Feliz Ano Novo!

Palavras de Bento XVI

 
Palavras de Bento XVI ao recitar o primeiro Angelus do ano
 
CIDADE DO VATICANO, 02 de Janeiro de 2013 (Zenit.org) - Ao final da Celebração Eucarística na Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus e por ocasião do 46° Dia Mundial da Paz, o Santo Padre Bento XVI da janela do Palácio Apostólico Vaticano, antes de recitar o Angelus, dirigiu aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, as seguintes palavras:
 
Queridos irmãos e irmãs,
Bom ano a todos! Neste primeiro dia de 2013 gostaria de fazer chegar a cada homem e a cada mulher do mundo a benção de Deus. E o faço com a antiga fórmula contida na Sagrada Escritrua: “O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti. O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6,24-26).
Como a luz e o calor do sol são uma benção para a terra, assim a luz de Deus o é para a humanidade, quando Ele faz brilhar sobre esta a sua face. E isto aconteceu com o nascimento de Jesus Cristo! Deus fez resplandecer para nós a sua face: inicialmente de maneira muito simples, escondido – em Belém apenas Maria e José e alguns pastores foram testemunhas desta revelação - mas aos poucos, como o sol que da aurora chega ao meio dia, a luz de Cristo cresceu e se difundiu por todas as partes.
No breve período de sua vida terrena, Jesus de Nazaré fez resplandecer a sua face de Deus sobre a Terra Santa; e depois, mediante a Igreja animada pelo seu Espírito, estendeu a todas as pessoas o Evangelho de paz. “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados" (Lc 2,14). Este é o canto dos anjos no Natal, e é o canto dos cristãos sob todo o céu; um canto que dos corações e das bocas passa a gestos concretos, nas ações de amor que constroem diálogo, compreensão e reconciliação.
Por isso, oito dias após o Natal, quando a Igreja, como a Virgem Maria Mãe de Deus, mostra ao mundo o recém nascido Jesus, Príncipe da Paz, celebramos o Dia Mundial da Paz. Sim, aquele Menino, que é o Verbo de Deus feito carne, veio trazer aos homens uma paz que o mundo não pode dar (cf João 14,27). A sua missão é derrubar o “muro da inimizade” (cf Ef 2,14). E quando, às margens do lago da Galiléia, Ele proclama suas “Bem-aventranças”, entre estas está também: “bem-aventurados os construtores da paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
Quem são os construtores da paz? São todos aqueles que, dia a dia, procuram vencer o mal com o bem, com a força da verdade, com as armas da oração e do perdão, com o trabalho honesto e bem feito, com a busca cientifica a serviço da vida, com as obras de misericórdia físicas e espirituais. Os construtores da paz são muitos, mas não fazem rumor. Como o fermento na massa, fazem crescer a humanidade segundo o designo de Deus.
Neste primeiro Angelus do novo ano, peçamos a Maria Santíssima, Mãe de Deus, que nos abençoe, como a mamãe abençoa os seus filhos que devem partirem viagem. Um novo ano é como uma viagem: com a luz da graça de Deus, possa ser um caminho de paz para cada ser humano, para cada família, para cada país e para o mundo inteiro.
 
Após o Angelus o Papa dirigiu a seguinte saudação aos peregrinos de língua portuguesa:
A todos os povos e nações de língua portuguesa, aos seus lares e comunidades, aos seus governantes e instituições, desejo a paz do Céu que hoje vemos reclinada nos braços da Virgem Mãe. Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Entenda porque Lutero se tornou padre.


Entenda porque Lutero se tornou padre.

Martinho Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim à própria vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou, no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, “não por vocação, mas por medo da morte”. Ele mesmo falou várias vezes desse “medo da morte” que determinou a sua entrada na religião, como o veremos.

A – Lutero homicida: O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: “Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505″, Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu “medo da morte” ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.

Lutero parecia ter-se convertido. Mas não. Sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529: “Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida.” (WA W, 29, 50, 18) E um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma: “Eu me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de que não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim.” Isto é, os superiores do Convento o protegiam. (WA Tr 1, 134, 32) Portanto, Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. E segundo os seus biógrafos, o motivo teria sido despeito por ter o seu colega obtido melhor nota nos exames.

B – Lutero ébrio e ímpio: Ele o confessa: “Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite… Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência”. No entanto, chamava o Papa de “asno”.

Sobre a oração dizia: “Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer ‘santificado seja o vosso nome’, direi: ‘maldito e injuriado seja o nome dos papistas…, que o papado seja maldito, condenado e exterminado’. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso”.

Sobre os mandamentos, dizia: “Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nós outros tão perseguidos pelo diabo… Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio…”. Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.

Mas sobre o pecado, ele dizia: “Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte… Durante a vida devemos pecar”.

Sobre a castidade, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. “O celibato – dizia – é uma invenção maldita” – “Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher”.
Entenda porque Lutero se tornou padre.

Martinho Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim à própria vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou, no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, “não por vocação, mas por medo da morte”. Ele mesmo falou várias vezes desse “medo da morte” que determinou a sua entrada na religião, como o veremos.

A – Lutero homicida: O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: “Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505″, Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu “medo da morte” ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.

Lutero parecia ter-se convertido. Mas não. Sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529: “Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida.” (WA W, 29, 50, 18) E um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma: “Eu me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de que não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim.” Isto é, os superiores do Convento o protegiam. (WA Tr 1, 134, 32) Portanto, Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. E segundo os seus biógrafos, o motivo teria sido despeito por ter o seu colega obtido melhor nota nos exames.

B – Lutero ébrio e ímpio: Ele o confessa: “Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite… Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência”. No entanto, chamava o Papa de “asno”.

Sobre a oração dizia: “Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer ‘santificado seja o vosso nome’, direi: ‘maldito e injuriado seja o nome dos papistas…, que o papado seja maldito, condenado e exterminado’. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso”.

Sobre os mandamentos, dizia: “Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nós outros tão perseguidos pelo diabo… Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio…”. Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.

Mas sobre o pecado, ele dizia: “Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte… Durante a vida devemos pecar”.

Sobre a castidade, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. “O celibato – dizia – é uma invenção maldita” – “Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher”.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Pesquisas científicas sobre os videntes

Pesquisas científicas sobre os videntes


A comissão internacional científica e teológica franco-italiana “Sobre os acontecimentos extraordinários que ocorrem em Medjugorje”, foi composta por 17 renomados cientistas, médicos, psiquiatras e teólogos e no dia 14 de janeiro de 1986, reunidos em Paina (perto de Milão- Itália), após  pesquisas chegou as seguintes 12 conclusões:

  1. Com base nos testes psicológicos, de todos e cada um dos videntes  pode se excluir, com  segurança, qualquer tipo de fraude e engano.
  2. Com base nos exames médicos, testes, observações clínicas, etc., para todos e para cada um dos videntes, pode se excluir que se trate de alucinações patológicas.
  3. Com base nos resultados das pesquisas previamente realizadas, em todos e em cada um dos videntes, pode se excluir uma interpretação puramente natural deste fenômeno. 
  4. Com base nas informações e observações que podem ser documentadas, pode se excluir para todos e cada um dos videntes, que as manifestações sejam de ordem anormais, isto é, sob influência diabólica. 
  5. Com base nas informações e observações que podem ser documentadas pode se afirmar que existe uma correspondência  entre estas manifestações e as que geralmente são descritas na teologia mística.
  6. Com base nas informações e observações que podem ser documentadas se pode dizer que os videntes progridem espiritualmente, bem como  nas virtudes teológicas e morais, desde o início das manifestações até agora. 
  7. Com base nas informações e observações que podem ser documentadas pode se excluir que os ensinamentos e os comportamentos dos videntes  estejam em contradição com a fé e a moral cristã. 
  8. Com base nas informações ou observações que podem ser documentadas pode se falar dos bons frutos espirituais nas pessoas atraídas pela atividade sobrenatural destas manifestações e nas pessoas favoráveis a elas.
  9. Há mais de quatro anos, as diversas correntes e movimentos que nasceram através de Medjugorje, devido às manifestações, têm uma influência no povo de Deus e na Igreja que está em perfeita consonância com a doutrina e moral.            
  10. Após quatro anos, pode se dizer que os movimentos nascidos em Medjugorje deram frutos espirituais permanentes e objetivos. 
  11. Pode se afirmar que todas as iniciativas boas e espirituais da Igreja, em perfeita consonância com Magistério autêntico da Igreja, encontram apoio nos acontecimentos de Medjugorje.
  12. Conseqüentemente se pode concluir que, após um estudo profundo dos protagonistas, dos fatos e seus efeitos, não só a nível local, mas levando em consideração os ecos na Igreja em geral, é bom para a Igreja reconhecer  a origem sobrenatural e então, os propósitos dos acontecimentos de Medjugorje.
     
Até o presente, esta é a pesquisa mais consistente e mais completa dos fenômenos de Medjugorje e justamente por isso a mais positiva do que ate agora foi dito do ponto de vista cientifico e teológico.

Conversa com meu povo: O Fim do mundo

Conversa com meu povo: O Fim do mundo

Não é brincadeira! O mundo vai acabar! Com toda certeza, um dia Deus será tudo em todos, as coisas antigas passarão,contemplaremos o Filho do Homem vir nas nuvens com grande poder e glória (Mc 13,26). Mas... “quanto àquele dia, ninguém sabe, nem os anjos do céu,nem o Filho, mas somente o Pai” (Mc 13,24-32). É da segunda carta de São Pedro a recomendação: “O que esperamos, de acordo com a sua promessa,são novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça. Vivendo nesta esperança, esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura, sem mancha e em paz. Considerai também como salvação a paciência de nosso Senhor” (2 Pd 3,12-15). Aliás,já vivemos no fim dos tempos, desde que veio o Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Inaugurou-se,pela bondade de Deus, o tempo novo. Somos por ele chamados a viver nesta terra antecipando e apressando o dia de Deus (cf. 2 Pd 3,12).


Logo, nenhuma preocupação com o fim do mundo, mas muita ocupação em viver neste mundo com justiça e piedade. Quando se completar a obra, esta chegará ao seu término, estará pronta, chegará ao fim! Vale a pena buscar um roteiro de viagem para a caminhada nesta terra, ocupando-nos com o que constrói desde já o Reino de Deus, no qual também os seus filhos reinarão.


Temos uma virtude, que é dom de Deus recebido de presente no Batismo,a esperança, que nos dá a certeza de não estarmos num beco sem saída.Não fomos jogados neste mundo, como obra do acaso! Temos nome diante a face de Deus, somos reconhecidos e tratados como filhos e destinados à felicidade.O Pai do Céu fez este mundo como paraíso para suas criaturas, e é nossa missão lutar para que ele seja assim e para todos. Daí, faz parte da missão do cristão reconstruir, consertar, tomar iniciativa, espalhar o bem, semear por acreditar na colheita, não só aquela do final dos tempos, mas as muitas e sucessivas florações do jardim de Deus em torno a nós. Em qualquer etapa da viagem, a meta é certa!


Não perder tempo, mas preencher com amor a Deus e ao próximo cada instante da existência. Quem chega ao fim de um dia maravilhosamente cansado, depois de ter feito o bem, será feliz e realizado. Nem terá tempo para medo de escuridão ou dos inexistentes fantasmas que podem povoar a “louca da casa”, a imaginação. Não terá medo da morte, pois sabe que ela um dia chegará no melhor momento da existência de cada pessoa. É que Deus, sendo Amor,colherá  a flor da vida de cada filho ou filha no tempo certo, pois para ele um dia é como mil anos e mil anos como um dia (Sl 89,4). Ninguém na ociosidade! Não perder tempo!


Ao longo da estrada, há sinais oferecidos por Deus, mostrando o rumo da viagem. Pode ser o irmão caído à beira do caminho, um grito que pede atenção. Ali, há que descer da montaria de nosso orgulho ou falta de tempo, derramando o óleo e o vinho do afeto (Cf. Lc 10,30-37), dando o que pudermos para que aquele que caiu seja confiado à “estalagem” chamada Igreja, a quem cabe cuidar da humanidade até o Senhor voltar! Muitas vezes será a palavra anunciada, “oportuna e inoportunamente” (2 Tm 4,2), cujo som ecoa e chega ao ouvido e ao coração. Até o Senhor voltar, sinal será a comunidade que participa da Eucaristia, enquanto espera sua vinda, clamando quotidianamente “Vem, Senhor Jesus”. Na Eucaristia, torna-se presente o sacrifício de Cristo, sua Morte e Ressurreição. Mesa preparada, irmãos acolhidos, Céu que se antecipa e nos faz missionários! Acolher a todos e fazer crescer a Igreja.


Quem escolhe o seguimento de Jesus Cristo prestará atenção nos “sinais dos tempos”, aprendendo com as lições de sua história pessoal e dos acontecimentos. Para dar um exemplo,ao ler ou ouvir as notícias diárias de crises, crimes ou desastres, saberá ir além dos sustos ou escândalos. Ao invés de achar que o fim do mundo está chegando, porá mãos à obra,buscando todos os meios para que o dia de amanhã seja melhor do que hoje.Será sua tarefa ir além das eventuais emoções oferecidas pelos acontecimentos, para edificar com serenidade e firmeza o futuro. Se para tanto haveremos sempre de contar com a graça de Deus, que ninguém se esqueça de que, após a criação do mundo, o cuidado com tudo o que era “muito bom” (Cf. Gn 1,1-31) foi entregue ao homem e à mulher.Responsabilidade!


Mais ainda! Quem olha ao seu redor, verá que a viagem se faz em comunhão com outras pessoas. Ninguém tem todos os dons e todas as capacidades. O apóstolo São Paulo já ensinava,comparando com o corpo a vida da Igreja (Cf. 1 Cor 12,1-31) o jeito de partilhar com os outros na aventura da existência nesta terra.Enquanto caminhamos, é bom aprender as leis da eternidade, onde Deus será tudo em todos. Partilhar os dons e os bens, superar a ganância e aproveitar todas as ocasiões para estar com os outros, construindo um mundo de irmãos. Na eternidade, não haverá luto, nem dor, egoísmo ou tristeza! É bom antecipá-la!Assim, ouvir a Igreja que fala do fim dos tempos, será uma positiva provocação a todos os cristãos. Atenção aos avisos de trânsito na estrada do Reino definitivo: “A meta é certa!”; “Não perder tempo!”; “Acolher a todos e fazer crescer a Igreja!”; “Responsabilidade!”; “Antecipar os valores da eternidade!” Poderemos então rezar confiantes: “Senhor nosso Deus, fazei que nossa alegria consista emvos servir de todo o coração, pois só teremos felicidade completa servindoa vós, o criador de todas as coisas”. Amém! Maranatha! Vem,Senhor Jesus! Amém!


Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém (PA)
Fonte: CNBB

O Papa e Medjugorje

Papa Joao Paulo II

O Papa e Medjugorje

Medjugorje à Luz da visita do Papa a Sarajevo
O Papa veio e foi-se de Sarajevo, e não visitou Medjugorje, como muitos  esperavam que ele fizesse, considerando-se a visível boa vontade do Papa com relação aos eventos na paróquia de Medjugorje.  Nós nos recordamos que o presidente croata, Franjo Tudjman, precedendo imediatamente a vinda do Papa a Sarajevo, testemunhou, perante uma reunião de políticos e padres, que o Papa João Paulo II, em sua mais recente conversa, disse que, na ocasião de sua visita a Sarajevo, ele também quis visitar Medjugorje.  O bispo local Ratko Peric  estava presente nessa ocasião e não fez nenhum comentário sobre o caso.

O que o Papa disse, por trás das câmeras, aos líderes da Igreja reunidos em Sarajevo, não sabemos e  provavelmente não saberemos.  O que se conhece é sua pergunta sobre quem era o provincial da Província franciscana na qual a paróquia de Medjugorje está localizada.  Também se sabe que ele mencionou o nome Medjugorje com um sorriso, na ocasião de sua chegada a Sarajevo, no jantar  que houve na Escola Católica de Teologia e em sua partida. De modo geral não houve muito tumulto em relação a isso.

Os espíritos só se perturbaram após a audiência papal regular, na quarta-feira imediatamente depois da visita a Sarajevo.  De acordo com os relatórios das agências de notícias, o Papa,  entre outras coisas, disse: “Durante a guerra, as peregrinações dos fiéis ao santuário mariano localizado na Bósnia Herzegovina não cessaram, assim como em outras partes do mundo, especialmente em Loreto, para pedir à Mãe das Nações e à Rainha da Paz que interviesse  nas regiões sofredoras”.  Essas palavras do papa foram interpretadas por muitos como seu reconhecimento indireto dos eventos de Medjugorje.

É difícil dizer o que a Igreja fará com relação aos acontecimentos de Medjugorje.  Considerando-se que a Conferência de Bispos da Iugoslávia não mais existe, não há mais uma comissão determinada por ela para acompanhar os eventos na paróquia  de Medjugorje.  A Igreja, portanto, terá que fazer algo.  Medjugorje, enquanto isso, prosseguirá e a frase das Sagradas Escrituras, que diz que uma árvore será conhecida pelos frutos, se tornará realidade.

O PAPA, MEDJUGORJE E O PROVINCIAL DOS FRANCISCANOS DA HERZEGOVINA
Quando o Papa João Paulo II visitou a  Bósnia Herzegovina,  em 12 e 13 de abril de 1997, muitos esperavam que fosse  a Medjugorje, pois em várias referências ele tinha expressado tal desejo.  Infelizmente,  não aconteceu.  Mesmo assim, o Papa não se esqueceu de Medjugorje.

No aeroporto de Sarajevo, dia 12 de abril, os primeiros a esperar a chegada do Papa eram os bispos e provinciais da Bósnia Herzegovina.  Quando o provincial da Província de Saravejo, Frei Andrej Andjelovic,  aproximou-se do Papa para cumprimentá-lo, o Papa fez à ele a pergunta:  “Medjugorje?”  O provincial apontou para Frei Tomislav Pervan, o provincial da Herzegovina, que disse “Eu sou de Mostar e de Medjugorje”.  O Papa acenou com a cabeça satisfeito e disse: “Medjugorje, Medjugorje”.  Todos os que assistiam pela televisão à chegada do Papa também viram isso.

Enquanto o Papa orava com os que estavam reunidos na catedral de Sarajevo, ele rezou duas vezes referindo-se à Rainha da Paz na Bósnia Herzegovina.   Muitos entre os presentes interpretaram isso como um pedido de intercessão da Rainha da Paz em Medjugorje.

Depois do jantar, na Escola de Teologia Católica de Sarajevo, Frei Tomislav, aproveitando a ocasião, deu um presente pessoal ao Papa,  um  monograma fotografado sobre Medjugorje, que os franciscanos da paróquia tinham enviado.  Naquela ocasião, o Frei falou rapidamente com o Papa sobre  Medjugorje.  O Papa nada disse, mas  pela expressão de sua face, ele aceitou tanto o presente quanto o comentário, com satisfação e interesse.
Na partida do Papa, no aeroporto de Sarajevo, Frei Tomislav Pervan  disse: “Santo Padre, estamos esperando o senhor em Medjugorje”.  O Papa respondeu com um sorriso “Medjugorje, Medjugorje”, como pôde ser visto também na televisão.

O PRESIDENTE DA CROÁCIA, MEDJUGORJE E O PAPA
Conforme o acordo de paz de Dayton, a República da Croácia e a Federação da Bósnia Herzegovina deveriam eventualmente compor uma confederação.  Uma das maneiras essenciais para se chegar a isso seria a união em nível econômico.  Portanto, o Presidente croata, Franjo Tudjman, dia 15 de março de 1997, participou da reabertura da produção da fábrica de alumínio local em Mostar.

Após as festividades, o Presidente croata, por vontade própria, veio visitar o Santuário da Rainha da Paz em Medjugorje.  Ele foi recebido  pelo Provincial da província franciscana da Herzegovina, Frei Tomislav Pervan, e pelo pároco local, Frei Ivan Landeka.  Movido pelo encontro no santuário e pelas saudações da multidão, acima de 30.000 pessoas, de todas as partes da Bósnia Herzegovina, o Presidente parou para conversar com os padres reunidos.  Estavam presentes  os padres que serviam em Medjugorje  e sacerdotes das paróquias vizinhas.  Também estavam presentes, como também em Mostar, o bispo local Ratko Peric e um grupo de 15 entre os mais gabaritados oficiais da República da Croácia e da Federação da Bósnia Herzegovina.

Entre outras afirmações, Franjo Tudjman  disse: “De novo eu repito que, na ocasião  de minha última conversa com ele, o Papa João Paulo II disse que, quando visitasse a Bósnia, ele também gostaria de visitar Medjugorje.”

As mais recentes notícias dizem que o Papa  não visitará Medjugorje dia 13 de abril.  Mas, é bom saber que ele gostaria.


DECLARAÇÕES DO PAPA JOÃO PAULO II SOBRE MEDJUGORJE

Estas declarações não estão autenticadas pelo selo e pela assinatura do Papa, mas chegaram até nós através de pessoas em quem confiamos.  Por isso, as inserimos sob o título de “Documentos”.
1.  Em uma conversa particular com a vidente Mirjana Soldo, o Papa disse:  “Se eu não fosse Papa eu já estaria em Medjugorje atendendo confissões”.  (1987).

2.  Monsenhor Murillo Krieger, antigo bispo de Florianópolis, no Brasil, visitou Medjugorje quatro vezes.  Sua primeira visita foi em 1986.  Ele escreve: “Em 1988 eu estive com oito bispos e trinta e três sacerdotes em um retiro espiritual no Vaticano.  O Santo Padre sabia que muitos de nós estávamos indo para Medjugorje, depois dali.  Depois de uma missa particular com o Papa, antes de sair de Roma, ele disse, sem que ninguém tivesse perguntado nada a ele, “Rezem por mim em Medjugorje”.  Em outra ocasião, eu disse ao Papa “Estou indo a Medjugorje pela quarta vez”.  Ele concentrou-se em seus pensamentos e disse “Medjugorje, Medjugorje é o coração espiritual do mundo”.  Nesse mesmo dia eu falei com outros bispos brasileiros e com o Papa e, no almoço, eu perguntei a ele: “Sua Santidade, posso dizer aos videntes que o senhor lhes envia sua bênção?”  Ele respondeu: “Sim, sim”, e me abraçou.

3. A um grupo de médicos que trabalham com a defesa e proteção da vida de nascituros, o Papa disse, em 1º. de janeiro de 1989, “Sim, hoje o mundo perdeu o sentido do sobrenatural.  Em Medjugorje, muitos buscam e reencontram esse sentido na oração, no jejum e na confissão”.

4. Dia 11 de novembro de 1990, o semanário nacional coreano “Catholic News / Notícias Católicas” publicou um artigo do Monsenhor Angelo Kim, Presidente da Conferência de Bispos Coreanos. Antes do encerramento  do último Sínodo dos Bispos em Roma, os bispos coreanos foram convidados a um almoço com o Santo Padre.  Monsenhor Kim dirigiu-se  a ele: “Padre, graças ao senhor a Polônia conseguiu se livrar do comunismo”.  João Paulo II respondeu: “Não, isso não é mérito meu.  Foi um trabalho da Santa Virgem Maria, como Ela  predisse em Fátima e em Medjugorje”.
O arcebispo Kwangju disse ao Santo Padre: “na cidade de Nadju, na Coreia, Nossa Senhora está chorando...”  O Papa replicou: “... Há bispos, como, por exemplo, na antiga Iugoslávia, que são contra ... mas é importante termos consciência do grande número de pessoas que atendem ao chamado Dela, o grande número de conversões ... Tudo isso está enfatizado nos Evangelhos.  Todos esses fatos têm que ser examinados cuidadosamente.”
O jornal  fez a seguinte declaração: “Isso não tem a ver com a decisão da Igreja.  É um comentário feito por nosso Santo Padre.  Pode-se dizer, sem exagero, que não se deve subestimar isso ...”
(Copiado de “L’Homme Nouveau” 3 de fevereiro de 1991)
(Nasa Ognjista, XXI, Tomislavgrad, 1991, p. 11).

5. O arcebispo Kwangju disse ao Santo Padre: “na Coreia, na cidade de Nadju, Nossa Senhora  chora...”  O Papa replicou: “... Há bispos, como, por exemplo, na Iugoslávia, que são contra ... mas é importante termos consciência do grande número de pessoas que atendem aos convites Dela, o grande número de conversões ... tudo isso está enfatizado nos Evangelhos.  Todos esses fatos têm que ser examinados cuidadosamente.” (“L’Homme  Nouveau” 3 de fevereiro de 1991)

6.  O Papa disse a Frei Jozo Zovko, dia 20 de julho de 1992: “Ocupe-se com Medjugorje, cuide de Medjugorje, não se canse.  Persevere, seja forte, eu estou a seu lado.  Vigie, siga Medjugorje.”

7. O Arcebispo do Paraguai, Monsenhor Felipe Santiago Bentez, em novembro de 1994, perguntou ao Papa se ele estava certo em aprovar reunião de fiéis com o espírito de Medjugorje, especialmente com os padres de Medjugorje.  O Santo Padre respondeu: “Aprove tudo o que se relaciona com Medjugorje”.

8. Na parte não oficial da reunião do Papa João Paulo II com a Delegação da Igreja e Estado Croata, em Roma, no dia 4 de abril de 1995, o Santo Padre, entre outras coisas, disse que havia alguma possibilidade de se renovar sua visita à Croácia.  Mencionou  a possibilidade de chegar em Split e de  lá ir ao Santuário de “Marija Bistrica” e Medjugorje (“Slobodna Dalmacija, 8 de abril de 1995, página 3).


O QUE NOSSA SENHORA DISSE SOBRE O PAPA JOÃO PAULO II

1.  De acordo com o testemunho dos videntes, dia 13 de maio de 1982, na ocasião da tentativa de assassinato do Papa, Nossa Senhora disse “Os inimigos dele tentaram matá-lo, mas eu o protegi.”

2.  Por meio dos videntes, no dia 26 de junho de 1982,  Nossa Senhora envia sua mensagem ao Papa: “Que ele seja considerado o pai de todos os povos e não somente de cristãos, que ele, incansável e corajosamente, anuncie a mensagem de Paz e Amor entre os homens.”

3. Por meio de Jelena Vasilj, em  locução interior, dia 16 de setembro 1982,  Nossa Senhora pronunciou-se sobre o Papa: “Deus deu a ele permissão para derrotar Satanás.”
Ela pede a todos e em especial ao Papa: “divulguem as mensagens que eu recebi de meu Filho.  Eu quero confiar ao Papa a palavra com a qual eu vim aqui a Medjugorje: Paz, ele a deve espalhar por todas as partes do mundo ... ele deve unir os cristãos por meio de sua palavra e sua pregação.  Que ele vá principalmente aos jovens divulgar as mensagens que ele recebeu do Pai, em oração.  Deus o inspira assim.
Considerando-se as dificuldades da paróquia, quanto ao bispo e à comissão de investigação dos eventos na paróquia de Medjugorje, Nossa Senhora disse: “A autoridade da Igreja deve ser obedecida, entretanto, antes de se pronunciar, é necessário progredir espiritualmente.  Não deve apresentar um julgamento apressado.  Ocorre como em um nascimento que é seguido pelo Batismo e pela Crisma.  A Igreja irá confirmar o que nasce de Deus.  Devemos ir adiante e progredir na vida espiritual, impelidos por essa mensagem.”

4.  Na ocasião da visita do Papa à Croácia, Nossa Senhora disse:
“Queridos filhos, Hoje estou unida a vocês de uma maneira muito especial, rezando pelo dom que é a presença de meu filho amado à pátria de vocês.  Rezem, filhinhos,  pela saúde de meu filho amado, que está sofrendo e a quem eu escolhi para estes tempos.    Eu rezo e intercedo perante meu Filho, Jesus, de modo que o sonho de seus pais possa ser realizado.  Rezem, filhinhos, de modo muito especial, porque Satanás é forte e quer destruir a esperança no coração de vocês.  Eu os abençoo.  Obrigada por terem atendido a meu apelo.”(25.8.1994).